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Clássicos da moda e do cinema

Até os anos 1960 os acessórios eram marca registrada na vestimenta masculina. Desde os clássicos chapéus Fedora, aos anéis que decoravam as mãos dos homens, os acessórios faziam parte do dia a dia do público masculino.

Outra peça marcante na moda masculina da época eram os suspensórios, sendo uma opção mais elegante aos cintos (por experiência própria mais confortável também). Essas peças ficaram por décadas esquecidas, faziam aparições em filmes Noir e de Máfia ou em filmes de um futuro distópico, como em Laranja Mecânica (1971).

Apesar da grande popularidade até a década de 60, esses acessórios caíram em desuso. Ocorreu uma transformação mundial no pós Guerra do Vietnã, os movimentos de contracultura, a busca por liberdade e a consciência da população mudaram, acompanhando essas transformações a moda também evoluiu. Os looks passaram a ser mais limpos e básicos, a moda masculina passou por um período que se resumia na casualidade entre jeans e camisetas básicas.

No entanto como a moda é cíclica, as tendências se renovam e os queridinhos até a década de 60 retornaram com força total. Devo me concentrar nesse momento nos suspensórios e chapéus, em uma próxima postagem falarei sobre os colares, pulseiras, anéis e tudo mais que envolve a moda masculina. As peças quebraram a barreira do social e hoje compõe looks que vão do casual ao clássico.

Os suspensórios acompanham muito bem tanto uma camiseta básica e jeans, como camisas de manga curta ou compridas, quebrando a monotonia do básico, sendo uma opção de muito estilo.

Os chapéus seguem as estações, o de feltro ou lã são ideais para o outono/inverno com roupas mais pesadas, além da proteção contra o frio, acrescentam também no visual.

Na primavera/verão o que faz as cabeças masculinas são os chapéus no estilo Panamá, os chapéus feito em palha é ideal para compor looks leves e divertidos, que além de proteger contra o sol criam um visual autêntico para quem usa.

João Paulo Massi

João Paulo Massi

Formado em História e apaixonado por cinema e literatura, encontrou nos enredos da história referências para vida. @jpmassi

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